A pandemia não acabou 
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A pandemia não acabou

Contraf-CUT realiza campanha de conscientização por conta do recente aumento de casos de Covid-19

A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) lançou no dia 14 uma campanha de conscientização nas redes sociais. A confederação conta com a participação dos sindicatos para divulgar os materiais e as hastags: #APandemiaNãoAcabou e a #AVidaNãoTemPreço. O objetivo é alertar a categoria bancária e toda a população que a pandemia do coronavírus (Covid-19) não acabou. Isto porque, com o afrouxamento das medidas de segurança, o número de casos voltou a subir vertiginosamente em todo o Brasil. Atualmente, o Brasil é o terceiro país com mais casos de covid-19 e o segundo em mortos pela doença.

Mauro Salles, secretário de Saúde da Contraf-CUT, fala: “Nosso objetivo é lembrar à categoria bancária de que a pandemia não acabou. Não podemos deixar de tomar os cuidados nos nossos locais de trabalho e continuar evitando sair de casa quando não for muito necessário. Nós estamos em contato com a Fenaban para cobrar o cumprimento de protocolos para a proteção dos trabalhadores, tendo em vista que nos últimos meses houve um relaxamento nos cuidados”, completou Mauro Salles.

A diretora de saúde e condições de trabalho do SINTRAF JF, Taiomara Neto de Paula, reforça que a campanha contribui com o trabalho de apoio e orientação do sindicato durante a pandemia. Taiomara ressalta: "Como somos trabalhadores de serviços essências precisamos estar na linha de frente, em um ambiente favorável à proliferação do vírus. Quando ocorre a contaminação em bancários, estamos sempre atentos e cobrando dos bancos o cumprimento dos protocolos sanitários. Inclusive retomamos a mesa de negociações de saúde com a Fenaban sobre esses protocolos, uma vez que percebemos um relaxamento dos bancos, acarretando o aumento da contaminação na categoria. Gostaria inclusive de alertar os bancários sobre a utilização dos EPIs fornecidos pelo banco. Isso em todo o momento que estiver no local de trabalho, pois essa foi uma negociação para proteção da vida de todos. Assim como temos direitos, temos deveres também e precisamos fazer a nossa parte, nos cuidando. A nossa saúde é o bem mais valioso, a vida é uma benção! Vamos nos cuidar!".

Colapso no sistema de saúde em Juiz de Fora

Nesta segunda-feira, 21, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) voltou a alertar sobre a taxa de ocupação dos leitos de UTI do Sistema Único de Saúde (SUS) em Juiz de Fora. A matéria publicada pelo Jornal Tribuna de Minas desta terça-feira, 22, apontou, de acordo com o levantamento divulgado pelo promotor de saúde Rodrigo Barros, que o índice de internações chegou a 96,43% às 22h03 desta segunda-feira. 

O aumento da contaminação na cidade e região levou o MPMG a orientar, segundo a matéria do jornal, que a microrregião retornasse para a onda vermelha do Programa Minas Consciente. Decisão que foi tomada e anunciada pelo Comitê Municipal de Enfrentamento à Covid-19 em reunião nesta terça-feira, 22. Inicialmente a medida passa a valer entre os dias 25 de dezembro e 7 de janeiro. Na onda vermelha somente os serviços considerados essenciais funcionam: bancos, supermercados, farmácias e serviços de alimentação. Os dados oficiais divulgados no site da prefeitura municipal já contabilizavam 42.542 casos suspeitos, 12.824 confirmados e 454 óbitos.

Orientações para as festas de Fim de Ano

As festas de final de ano geralmente são momentos de confraternização e encontros entre famílias e amigos. Porém, no cenário de pandemia de Covid-19 vivido em 2020, esse período também é preocupante no que diz respeito ao aumento da transmissão do vírus. Assim, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) produziu um material de orientações para esse período. Os materiais são livres para a reprodução e estão disponíveis para download aqui nessa matéria.

#APandemiaNãoAcabou
#AVidaNãoTemPreço

Fonte: SINTRAF JF com informações da Contraf-CUT, Tribuna de Minas e FIOCRUZ.